Addis Abeba, Etiópia (PANA) - A embaixadora de Angola na Itália, Josefa Sacko, declarou domingo em Addis Abeba, que há muito que se fazer para o desenvolvimento da transformação agrícola e dos sistemas alimentares do do continente, soube a PANA de fonte oficial.
A diplomata angolana teceu estas considerações durante um encontro com o seu sucessor no Departamento da Agricultura, Desenvolvimento Rural, Economia Azul e Ambiente Sustentável (DARBE, sigla em inglês), da Comissão da União Africana, Moses Vilakati, à margem da 39.ª Cimeira da União Africana, finda no mesmo dia na cidade capital etíope.
Reconheceu no entanto que um passo significativo foi dado em direção às estas metas com a adoção da Declaração de Kampala que marca uma transição da agricultura tradicional para uma abordagem abrangente que engloba todos os aspetos dos sistemas alimentares,
De acordo com a ex- comissária da UA, este novo plano estratégico, que estabelece um roteiro para o período de 2026-2035, representa uma evolução das anteriores Declarações de Maputo (2003-2013, em Moçambique) e Malabo (2015-2025, na Guiné-Equatorial), focando-se numa abordagem holística dos sistemas agroalimentares que abrange a produção, o comércio, o investimento, a nutrição, a inclusão e a governaça.
“As metas ambiciosas para 2035 incluem a redução pela metade das perdas pós-colheita, o triplo do comércio agroalimentar intra-africano, o aumento da participação de alimentos processados localmente para 35% do PIB agroalimentar e o aumento da produtividade das culturas em 45% “, frisou a Embaixadora de Angola em Itália.
Josefa Sacko , frisou que estas aspirações visam fortalecer a autossuficiência africana, impulsionar o crescimento económico e melhorar os meios de subsistência em todo o continente.
“ Estamos cientes que para o sucesso da implementação dependerá de um esforço colaborativo entre os estados membros, actores não estatais, o setor privado e parceiros de desenvolvimento, com ênfase na participação autêntica e em mecanismos de responsabilização robustos “, afincou a representante permanente de Angola junto das agências das Nações Unidas em Roma.
Os dois interlocutores abordaram aspetos que visam reforçar os resultados alcançados, trocando impressões no tocante aos desafios decorrentes da implementação do mesmo processo.
Josefa Sacko desenvolveu uma agenda de contactos estratégicos centrada no reforço da cooperação institucional e na consolidação de programas estruturantes virada para o desenvovlimento da agricultura em África.
De acordo com a ex- comissária da UA, este novo plano estratégico, que estabelece um roteiro para o período de 2026-2035, representa uma evolução das anteriores Declarações de Maputo (2003-2013) e Malabo (2015-2025), focando-se numa abordagem holística dos sistemas agroalimentares que abrange produção, comércio, investimento, nutrição, inclusão e governação.
“As metas ambiciosas para 2035 incluem a redução pela metade das perdas pós-colheita, o triplo do comércio agroalimentar intra-africano, o aumento da participação de alimentos processados localmente para 35 por cento do PIB (Produto Interno Bruto) agroalimentar e o aumento da produtividade das culturas em 45 por cento“, frisou..
Josefa Sacko frisou que estas aspirações visam fortalecer a autossuficiência africana, impulsionar o crescimento económico e melhorar os meios de subsistência em todo o continente.
“ Estamos cientes que para o sucesso da implementação dependerá de um esforço colaborativo entre os estados membros, actores não estatais, o setor privado e parceiros de desenvolvimento, com ênfase na participação autêntica e em mecanismos de responsabilização robustos “, afincou a representante permanente de Angola junto das agências das Nações Unidas em Roma.
Os dois interlocutores abordaram aspetos que visam reforçar os resultados alcançados, trocando impressões no tocante aos desafios decorrentes da implementação do mesmo processo.
Josefa Sacko desenvolveu uma agenda de contactos estratégicos centrada no reforço da cooperação institucional e na consolidação de programas estruturantes virada para o desenvovlimento da agricultura em África.
O endosso deste plano de ação e estratégia de 10 anos para o Programa Abrangente de Desenvolvimento Agrícola da África (CAADP, sigla em inglês) reforça o compromisso da União Africana (UA) em traduzir a visão da Declaração de Kampala em ações concretas, tendo em atenção também o aumento do investimento na agricultura, incluindo através de parcerias público-privadas, e a mobilização de 100 mil milhões de dólares americanos até ao ano de 2035, segundo a diplomata a
Engenheira agrónoma e economista, Josefa Sacko foi nomeada embaixadora de Angola na Itália em 2025, logo depois de ter cumprido o seu mandato, iniciado em 2027, à frente do DARBE.
A também representante de Angola junto das agências das Nações Unidas em Roma já foi secretária-geral da Organização Inter-africana do Café de 2004 a 2017.
-0- PANA JF/DD 17fev2026