PANAPRESS
Agência Panafricana de Notícias
Partido no poder denuncia plano de conspiração contra Angola e seu Presidente
Luanda, Angola (PANA) - O partido no poder em Angola, MPLA, denunciou a existência dum plano de conspiração contra o país e o Presidente José Eduardo dos Santos por parte dum grupo de cidadãos angolanos com apoio de centrais de inteligência e de grupos de pressão em França, em Portugal, na Itália, na Bélgica e na Grã-Bretanha para organizar a 7 de março próximo protestos populares similares aos ocorridos na Tunísia, no Egito e na Líbia.
"Na sequência do que se está a passar em alguns países árabes, nomeadamente na Tunísia, no Egito e na Líbia, um grupo de Angolanos que se diz mãos limpas, os melhores, mais patriotas, com apoio de centrais de inteligência e de alguns grupos de pressão em França, em Portugal, na Itália, em Bruxelas (Bélgica) e setores da Grã-Bretanha puseram em marcha um verdadeiro plano de conspiração contra Angola", afirmou o primeiro secretário do MPLA em Luanda, Bento Bento, durante um encontro como dirigentes do seu partido na capital angolana.
Segundo Bento Bento, "o plano é tão hipotético que quando falam em levantamento no dia 7 de março tencionam fazer o mesmo que na Líbia, na Tunísia e no Egito, concretamente atacar esquadras de polícia, comités de ação do MPLA, responsáveis do Estado e do partido, queimar bandeiras, marchar para sítios vitais da administração, Ministérios, a Rádio Nacional, o largo 1º de Maio e a Presidência da República".
"O programa prevê também manifestações violentas em algumas capitais europeias contra Embaixadas da República de Angola, respetivamente em Portugal, na Itália, em França, na Grã-Bretanha, em Bruxelas e possivelmente na Alemanha", sublinhou.
Neste sentido, disse que o Governo de Angola já pediu o reforço da segurança das suas Embaixadas no exterior e comprometeu-se em dar maior proteção às representações diplomáticas destes países no território angolano.
"Estes grupos alimentados pelo Egipto, pela Tunísia e pela Líbia esqueceram que Angola viveu 27 anos de guerra, tendo alcançado a sua independência em 1975 e somente em 2002 teve paz efectiva", afirmou.
"Temos dito e reafirmamos aqui que Angola não é o Egipto, a Líbia ou a Tunísia. O plano que eles querem meter em marcha no país é de destruição daquilo que temos vindo a construir ao longo destes anos de paz", acrescentou, precisando que
o plano tem como alvo principal o Presidente José Eduardo dos Santos e que "os verdadeiros angolanos não devem permitir".
Adiantou que "muitas pessoas que estão a ser mobilizadas para essa ação não são Angolanas e, mesmo assim, alguns responsáveis da oposição já saíram com destino a muitos pontos da Europa para poderem apoiar este plano macabro" e pediu aos "políticos de bem para se absterem da ação porquanto Angola precisa de paz".
Bento Bento afirmou que internamente "não há duvidas de que alguns setores da UNITA e do PRS (partidos da oposição) estão com a paz, mas as intervenções feitas pelos responsáveis das bancadas parlamentares fizeram cair a máscara, pois eles apoiam este plano contra Angola, contra o Presidente e o MPLA".
"Até ao momento ninguém veio a público dizer que é o mobilizador da campanha", disse, apelando "aos cidadãos para agir com tranquilidade, porque o MPLA é de bem, de paz e vai mobilizar todos os Angolanos para defender a paz e desmascarar todos quanto estejam envolvidos no intento".
"Eles não tencionam fazer isso com a população, mas sim com pessoas preparadas para implementar um amplo programa de confusão, para que a situação esteja insustentável", denunciou o secretário provincial do MPLA em Luanda.
-0- PANA TON/TON 2mar2011
"Na sequência do que se está a passar em alguns países árabes, nomeadamente na Tunísia, no Egito e na Líbia, um grupo de Angolanos que se diz mãos limpas, os melhores, mais patriotas, com apoio de centrais de inteligência e de alguns grupos de pressão em França, em Portugal, na Itália, em Bruxelas (Bélgica) e setores da Grã-Bretanha puseram em marcha um verdadeiro plano de conspiração contra Angola", afirmou o primeiro secretário do MPLA em Luanda, Bento Bento, durante um encontro como dirigentes do seu partido na capital angolana.
Segundo Bento Bento, "o plano é tão hipotético que quando falam em levantamento no dia 7 de março tencionam fazer o mesmo que na Líbia, na Tunísia e no Egito, concretamente atacar esquadras de polícia, comités de ação do MPLA, responsáveis do Estado e do partido, queimar bandeiras, marchar para sítios vitais da administração, Ministérios, a Rádio Nacional, o largo 1º de Maio e a Presidência da República".
"O programa prevê também manifestações violentas em algumas capitais europeias contra Embaixadas da República de Angola, respetivamente em Portugal, na Itália, em França, na Grã-Bretanha, em Bruxelas e possivelmente na Alemanha", sublinhou.
Neste sentido, disse que o Governo de Angola já pediu o reforço da segurança das suas Embaixadas no exterior e comprometeu-se em dar maior proteção às representações diplomáticas destes países no território angolano.
"Estes grupos alimentados pelo Egipto, pela Tunísia e pela Líbia esqueceram que Angola viveu 27 anos de guerra, tendo alcançado a sua independência em 1975 e somente em 2002 teve paz efectiva", afirmou.
"Temos dito e reafirmamos aqui que Angola não é o Egipto, a Líbia ou a Tunísia. O plano que eles querem meter em marcha no país é de destruição daquilo que temos vindo a construir ao longo destes anos de paz", acrescentou, precisando que
o plano tem como alvo principal o Presidente José Eduardo dos Santos e que "os verdadeiros angolanos não devem permitir".
Adiantou que "muitas pessoas que estão a ser mobilizadas para essa ação não são Angolanas e, mesmo assim, alguns responsáveis da oposição já saíram com destino a muitos pontos da Europa para poderem apoiar este plano macabro" e pediu aos "políticos de bem para se absterem da ação porquanto Angola precisa de paz".
Bento Bento afirmou que internamente "não há duvidas de que alguns setores da UNITA e do PRS (partidos da oposição) estão com a paz, mas as intervenções feitas pelos responsáveis das bancadas parlamentares fizeram cair a máscara, pois eles apoiam este plano contra Angola, contra o Presidente e o MPLA".
"Até ao momento ninguém veio a público dizer que é o mobilizador da campanha", disse, apelando "aos cidadãos para agir com tranquilidade, porque o MPLA é de bem, de paz e vai mobilizar todos os Angolanos para defender a paz e desmascarar todos quanto estejam envolvidos no intento".
"Eles não tencionam fazer isso com a população, mas sim com pessoas preparadas para implementar um amplo programa de confusão, para que a situação esteja insustentável", denunciou o secretário provincial do MPLA em Luanda.
-0- PANA TON/TON 2mar2011

