PANAPRESS
Agência Panafricana de Notícias
Oposição gambiana não se incomoda com reviravolta de Jammeh, diz seu porta-voz
Banjul, Gâmbia (PANA) – A coligação da oposição vencedora do Presidente gambiano cessante, Yahya Jammeh, nas eleições presidenciais de 1 de dezembro corrente na Gâmbia não está preocupada com a rejeição por este último dos resultados eleitorais, declarou o seu porta-voz, Halifah Sallah.
« O que Jammeh diz e faz é inconstitucional e não é a nossa posição. Não há obstáculo ao emposse do novo Presidente eleito Adama Barrow, em janeiro próximo», acrescentou.
« Em janeiro, ele (Jammeh) não se recusará a entregar o poder, pois o Presidente eleito vai tomar o poder uma vez expirado o mandato do Presidente cessante. Qualquer pessoa que se opuser ao que diz a Constituição se coloca na ilegalidade », sublinhou.
« Não falamos do Exército. O que dizemos agora está muito claro. Uma eleição foi realizada na Gâmbia e é o povo gambiano que se pronunciou, é a sua voz, é o seu veredito. É preciso respeitar o povo gambiano, é a potência deste país, é preciso respeitá-la”, disse o responsável gambiano, interrogado sobre a eventualidade duma ação militar contra Jammeh.
« Não existe uma crise, queremos que o povo gambiano saiba que não há uma crise política ; nós estamos em transição », afirmou.
Jammeh, que dirigiu a Gâmbia há 22 anos, reconheceu, a 2 de dezembro corrente, a sua derrota eleitoral, antes de fazer uma reviravolta espetacular num discurso televisivo sexta-feira última , indicando jã não reconhecer a sua derrota eleitoral nas eleições presidenciais de 1 de dezembro.
-0- PANA MSS/MA/FJG/JSG/FK/DD 13dez2016
« O que Jammeh diz e faz é inconstitucional e não é a nossa posição. Não há obstáculo ao emposse do novo Presidente eleito Adama Barrow, em janeiro próximo», acrescentou.
« Em janeiro, ele (Jammeh) não se recusará a entregar o poder, pois o Presidente eleito vai tomar o poder uma vez expirado o mandato do Presidente cessante. Qualquer pessoa que se opuser ao que diz a Constituição se coloca na ilegalidade », sublinhou.
« Não falamos do Exército. O que dizemos agora está muito claro. Uma eleição foi realizada na Gâmbia e é o povo gambiano que se pronunciou, é a sua voz, é o seu veredito. É preciso respeitar o povo gambiano, é a potência deste país, é preciso respeitá-la”, disse o responsável gambiano, interrogado sobre a eventualidade duma ação militar contra Jammeh.
« Não existe uma crise, queremos que o povo gambiano saiba que não há uma crise política ; nós estamos em transição », afirmou.
Jammeh, que dirigiu a Gâmbia há 22 anos, reconheceu, a 2 de dezembro corrente, a sua derrota eleitoral, antes de fazer uma reviravolta espetacular num discurso televisivo sexta-feira última , indicando jã não reconhecer a sua derrota eleitoral nas eleições presidenciais de 1 de dezembro.
-0- PANA MSS/MA/FJG/JSG/FK/DD 13dez2016

