PANAPRESS
Agência Panafricana de Notícias
Cabo Verde adopta Programa Nacional de Luta contra a Violência
Praia- Cabo Verde (PANA) -- O Governo cabo-verdiano está pronto a adoptar um Programa Nacional de Luta contra a Violência, fenómeno que nos últimos anos ganhou proporções alarmantes no arquipélago, anunciou quarta-feira o primeiro- ministro do arquipélago, José Maria Neves.
Neves, que falava na cerimónia da abertura do "Fórum Nacional de Consenso por uma Cultura de Paz e Tolerância", precisou que o referido programa irá desenvolver-se sob os auspícios de uma Comissão Interministerial.
Esta Comissão terá a função de coordenar as estratégias e a implementação de medidas concretas para fazer face à violência e ao aumento da criminalidade em Cabo Verde, disse.
O fórum sobre a Cultura de Paz e Tolerância foi convocado com o objectivo de promover uma ampla discussão sobre o fenómeno da violência, como "uma etapa importante" na busca de "uma sociedade de tranquilidade, de paz e de tolerância em Cabo Verde", segundo ainda o primeiro-ministro.
O objectivo do encontro é estabelecer um consenso nacional alargado sobre o combate à violência e uma ampla parceria para o fomento de uma cultura de paz e tolerância no arquipélago, reunindo representantes de instituições públicas relacionadas com o fenómeno, de organizações sindicais e patronais, das organizações profissionais e da sociedade civil cabo-verdiana.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro cabo-verdiano garantiu que o Estado vai melhorar os mecanismos de combate à criminalidade, com acções visando maior eficácia do aparelho judicial, melhor funcionamento dos órgãos de segurança pública e o fortalecimento das instituições de reinserção social.
José Maria Neves reiterou que o seu Governo tem estado a dar atenção ao assunto, estando a ultimar um pacote de mecanismos judiciais, educacionais e preventivos para fazer face ao fenómeno A este propósito, disse estar em preparação uma proposta de lei de organização judiciária para melhorar a capacidade de resposta dos tribunais, a definição da política criminal visando clarificar as orientações e prioridades e maior urgência na investigação criminal e no julgamento dos processos.
No entanto, sublinhou que a actuação do Estado e da sociedade no combate à violência deverá privilegiar a vertente preventiva, através da intervenção na família, bem como do incremento do apoio sociofinanceiro para garantir a inclusão social.
José Maria Neves apontou as escolas como um sector determinante de intervenção para se ganhar o combate à violência e à criminalidade juvenil, e admitiu haver necessidade de se trabalhar na formação dos docentes que, disse, deverão ter um papel formativo "mais forte".
Neves, que falava na cerimónia da abertura do "Fórum Nacional de Consenso por uma Cultura de Paz e Tolerância", precisou que o referido programa irá desenvolver-se sob os auspícios de uma Comissão Interministerial.
Esta Comissão terá a função de coordenar as estratégias e a implementação de medidas concretas para fazer face à violência e ao aumento da criminalidade em Cabo Verde, disse.
O fórum sobre a Cultura de Paz e Tolerância foi convocado com o objectivo de promover uma ampla discussão sobre o fenómeno da violência, como "uma etapa importante" na busca de "uma sociedade de tranquilidade, de paz e de tolerância em Cabo Verde", segundo ainda o primeiro-ministro.
O objectivo do encontro é estabelecer um consenso nacional alargado sobre o combate à violência e uma ampla parceria para o fomento de uma cultura de paz e tolerância no arquipélago, reunindo representantes de instituições públicas relacionadas com o fenómeno, de organizações sindicais e patronais, das organizações profissionais e da sociedade civil cabo-verdiana.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro cabo-verdiano garantiu que o Estado vai melhorar os mecanismos de combate à criminalidade, com acções visando maior eficácia do aparelho judicial, melhor funcionamento dos órgãos de segurança pública e o fortalecimento das instituições de reinserção social.
José Maria Neves reiterou que o seu Governo tem estado a dar atenção ao assunto, estando a ultimar um pacote de mecanismos judiciais, educacionais e preventivos para fazer face ao fenómeno A este propósito, disse estar em preparação uma proposta de lei de organização judiciária para melhorar a capacidade de resposta dos tribunais, a definição da política criminal visando clarificar as orientações e prioridades e maior urgência na investigação criminal e no julgamento dos processos.
No entanto, sublinhou que a actuação do Estado e da sociedade no combate à violência deverá privilegiar a vertente preventiva, através da intervenção na família, bem como do incremento do apoio sociofinanceiro para garantir a inclusão social.
José Maria Neves apontou as escolas como um sector determinante de intervenção para se ganhar o combate à violência e à criminalidade juvenil, e admitiu haver necessidade de se trabalhar na formação dos docentes que, disse, deverão ter um papel formativo "mais forte".

