UNEP assiste nómadas Africanos na conservação ambiental

Nairobi- Quénia (PANA) -- O Programa das Nações Unidas para o Ambiente(UNEP) lançou um projecto multimilionário em dólares para ajudar os nómadas e comunidades em três países Africanos a conservarem as suas floras nativas para permitir o seu florescimento.
O projecto, que tem o apoio da Global Environment Facility(GEF), visa as terras secas e semi-áridas do Quénia, Botswana e Mali.
Visa igualmente educar a população local, estudantes e cientistas nas questões de gestão de terras e conservação das espécies indígenas.
O objectivo geral do projecto é reduzir a pobreza e melhorar os níveis de vida nessas áreas e países-chave, informa um boletim do UNEP.
A mesma publicação refere que o projecto vai transformar-se no Centro Africano para o Estudo e Desenvolvimento das Terras Áridas onde o conhecimento adquirido do trabalho no Quénia, Mali e Botswana possam ser comunicados aos estudantes, pesquisadores e pessoas locais que vivem em ambientes similares, por vezes até degradantes.
Com cerca de nove milhões de dólares do GEF, a Noruega contribuiu com um milão de dólares para o projecto através da Agência Norueguesa para o Desenvolvimento e Cooperação(NORAD).
Na sua Segunda Assembleia realizada em Beijing em meados de 2002, o GEF adoptou a degradação das terras como um ponto crucial.
Em movembro de 2002, o UNEO e o GEF anunciaram o Programa Desert Margins(Margens Desérticas), um projecto para reparar terras danificadas e em perigo de secarem nas regiões desérticas de África.
E a Gestão da Vegetação Indígena para a Reabilitação das Terras Degradadas na Zona Árida de África vai complementar a iniciativa Desert Margin.

09 Janeiro 2003 13:36:00


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