UE tenta minimizar efeitos da ascensão do Presidente zimbabweano à frente da UA

Túnis, Tunísia (PANA) - A Comissão Europeia tentou minimizar os efeitos da ascensão à presidência rotativa da União Africana (UA) do chefe de Estado zimbabweano, Robert Mugabe, nas relações entre a União Europeia(UE) e a organização pan-africana.

A porta-voz da alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, afirmou terça-feira a sua convicção de que a ascensão de Mugabe à frente da UA é o resultado de uma operação eleitoral e política no interior da organização pan-africana, sublinhando que a  UE está a trabalhar com  a sua similar pan-africana  no quadro de relações precisas e conhecidas entre instituições.

A uma questão relativa às sanções impostas a Mugabe, a organização dos 28 indicou que estas não o visam enquanto presidente em exercício da UA, pelo que, admitiu,  elas
poderão ser suspensas provisoriamente se Mugabe desejar deslocar-se à Europa enquanto presidente da UA.

-0- PANA AD/IN/BEH/SOC/FK/IZ 04fev2015

04 Fevereiro 2015 10:51:36




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