Treze por cento dos quenianos são seropositivos

Nairobi- Quénia (PANA) -- O Ministro queniano da Educação, George Saitoti, admitiu quinta-feira que a taxa de prevalência do HIV/SIDA no Quénia abrange em média 13 por cento dos cidadãos e que o país está entre os mais afectados pela doença na África sub-sahariana.
Falando numa reunião consultiva sobre o Controlo e Prevenção do HIV/SIDA nas Universidades, o Professor George Saitoti adiantou que nenhuma outra pandemia representava uma ameaça mais grave à saúde humana, sobrevivência e progresso sócio-económico.
"Em muitos países em desenvolvimento, incluindo o Quénia, a SIDA tornou-se na única maior ameaça ao desenvolvimento e reduziu muitas famílias a condição de pedintes.
Não há pessoa, família ou instituição que não esteja afectada pelo sofrimento e as mortes causadas por esta doença", referiu.
O Ministro ressaltou que as Universidades precisam urgentemente de aumentar a sensibilização e os conhecimentos sobre esta pandemia, visto que os estudantes e a comunidade universitária em geral representam "grupos de alto risco.
" A reunião consultiva, organizada pela Unidade de Controlo da SIDA (ACU) da Comissão para a Educação Superior, pretende coordenar actividades de controlo da SIDA nas Universidades, bem como na própria Comissão.
O Ministro de Educação reafirmou o objectivo do governo de reduzir a prevalência do HIV para 20 ou 30 por cento entre as pessoas com idade compreendida entre 15 e os 24 anos até ao ano 2005.

30 يناير 2003 16:12:00


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