Lomé- Togo (PANA) -- O ministro togolês da Agricultura, Pecuária e Pescas, Yves Madow Nagou, confirmou sexta-feira à noite em Lomé a existência dum foco da gripe aviária num aviário em Sigbehoue, no sudeste do país.
"Os primeiros resultados das amostras provenientes dum laboratório de Accra, no Gana, confirmam a existência da gripe aviária", declarou o Nagou à imprensa, indicando que outras amostras foram enviadas para a Itália.
O aviário que albergava cinco mil e 574 aves registou no princípio deste mês a morte de 60 por cento do seu efectivo, de acordo com o ministro.
Anunciou que serviços do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pescas procederam então a autópsias em várias galinhas mortas e recolheram órgãos que posteriormente foram enviados para o Gana e a Itália, de acordo com o governante.
Nagou afirmou que, desde 13 de Junho, o aviário abateu várias aves, cujas carcaças foram incineradas ou enterradas.
Além disso, prosseguiu, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Pescas pôs em quarentena o aviário, lançando uma investigação epidemiológica em toda região, garantido ao mesmo tempo um acompanhamento médico das pessoas que trabalham nesta fazenda contaminada.
Em Fevereiro de 2006, o governo togolês elaborou um plano de acção contendo um sistema de alerta nacional, a formação do pessoal médico e o reforço do controlo através da criação dos comités locais de controlo.
Desde Outubro de 2006, foi proibida no Togo a importação de "aves vivas e os seus derivados" provenientes dos países afectados pela gripe aviária, soube-se da mesma fonte.