Pravind Jugnauth congratula-se com sucesso da agricultura maurícia

Port-Louis- Ilhas Maurícias (PANA) -- O vice-primeiro-ministro maurício, Pravind Jugnauth estimou, segunda-feira em Port-Louis, ter salvo a agricultura de uma falência.
Jugnauth que falava quando fazia o balanço dos três anos das suas actividades na direcção do Ministério da Agricultura, acrescentou que "a história ficará a saber que salvamos o sector açucareiro de uma morte certa".
Frisou que a indústria açucareira maurícia estava a asfixiar-se em 2000 com as ameaças que pesavam nas preferências maurícias no estrangeiro.
"Era preciso tomar medidas para se garantir a viabilidade e a competividade a longo prazo da indústria açucareira.
Daí a apresentação do plano estratégico de açúcar em Junho de 2001.
São medidas corajosas e de vanguarda que têm como objectivo abaixar os custos de produção e garantir uma eficácia óptima desta indústria", sublinhou.
Falando do Plano Voluntário da Reforma (VRS), Jugnauth salientou que conheceu um sucesso estrondoso junto de 7.
859 empregados da indústria açucareira.
Estes partiram com uma compensação financeira de 1,95 biliões de rupias (cerca de 66 milhões de dólares) e 780 arpentes de terra, excepto infra-estruturas tais como as instações para água, electricidade e os drenos, cujo valor ultrapassa os três biliões de rupias (cerca de 101,4 milhões de dólares), recordou.
Congratulou-se com um sucesso da centralização desta indústria, explicando que três fábricas, designadamente Rose Belle, Higlands e Britannia, encerraram as fortas e duas outras, a FUEL e a Mon Loisir, mnp leste e norte da ilha, se fundiram.
"Estamos numa boa via para aitingirmos o objectivo de elevarmos para 7 ou 8 o número de fábricas", deu a conhecer.
As Ilhas Maurícias produziram em 2003 535 mil toneladas fde açúcar fabricadas em 2002 cpom 4,8 milhões de toneladas fde cana-de-açúcar.

29 Dezembro 2003 19:38:00


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