OMS e Congo defendem acção urgente em África

Brazzaville- Congo (PANA) -- O Presidente congolês, Denis Sassou Nguesso, e a directora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, em visita ao Congo, sublinharam a necessidade duma acção emergente para atenuar o fardo pesado e crescente das doenças em África, indica um comunicado do Gabinete Regional da agência onusina divulgado segunda-feira em Brazzaville.
As duas personalidades sublinharam o carácter central da saúde no desenvolvimento, a necessidade urgente de erradicar as velhas doenças transmissíveis e re-emergentes, a nova ameaça de promover o papel das mulheres no processo de desenvolvimento em África e a necessidade de melhor lutar para alcançar as melhorias fixadas nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).
O chefe de Estado congolês e a directora da OMS discutiram igualmente o papel do Gabinete Regional da OMS para África que reinstalou em Dezembro último na sua sede de Brazzaville nove anos depois ter sido obrigado a transferir o seu escritório para Harare (Zimbabwe) devido à guerra civil congolesa.
Nguesso prometeu renovar as instalações da OMS a fim de melhorar as condições de trabalho e de vida de mais de 200 empregados residentes no território internacional de Djoue, onde está situado o Gabinete Regional chefiado pelo angolano Luís Sambo.
Questões similares foram abordadas e um consenso sobre um apoio mútuo foi alcançado durante uma reunião separada entre Chan e o primeiro- ministro congolês, Isidore Mvouba.
A directora-geral da OMS pediu ao seu pessoal no Congo para pôr termo à epidemia de cólera assinalada em diferentes partes do país, afirmando que "o envolvimento, o sacrifício e a dedicação são a marca dos agentes da saúde pública em toda parte no mundo.
Vocês não estão sozinhos.
Peço-lhes para continuar a fazer um bom trabalho".

17 Abril 2007 09:55:00


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