Mulheres e raparigas em África ignoradas na luta contra VIH/Sida, diz relatório

Nova Iorque, Estados Unidos (PANA) - Apesar dos progressos realizados na resposta mundial à pandemia da sida nas últimas décadas, as mulheres jovens e meninas, em África, ainda estão  ainda abandonadas, de acordo com um novo relatório conjunto da Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Africana (UA).

Num comunicado publicado quarta-feira sobre o relatório, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o VIH/SIDA (ONUSIDA) anunciou que, na região subsariana, as doenças relacionadas com a sida continuam a ser a principal causa de morte para as mulheres e meninas com idade reprodutiva.

O ONUSIDA sublinhou que, em 2013, 74 porcento das novas infeções pelo VIH foram assinaladas em jovens adolescentes africanas.

As mulheres jovens e meninas adolescentes apanharam o VIH, em média, cinco a sete anos antes dos homens jovens e, em alguns países da região, a prevalência do VIH nesta população pode ser sete vezes a dos homens jovens.

O ONUSIDA e a UA publicaram um documento conjunto intitulado "Autonomizar as meninas e as adolescentes e acelerar o fim da pandemia da sida em África" para orientar a proteção a nível regional e mundial e informar o diálogo político sobre a prevenção e o tratamento do VIH  nas mulheres e nas adolescentes.

-0- PANA AA/AR/ASA/TBM/DIM/DD 11junho2015

11 Junho 2015 18:40:27


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