Médicos decretam greve geral na Guiné-Conakry

Conakry- Guiné-Conakry (PANA) -- Os médicos conakry-guineenses decretaram segunda-feira uma greve geral ilimitada até "à satisfação total" das suas exigências que incluem essencialmente questões materiais.
Segunda-feira de manhã, as portas dos dois maiores hospitais de Conakry, a capital guineense, designadamente o Ignace Deen e o Donka, continuavam encerradas, e os médicos prometeram não retomar o trabalho até que pelo menos 50 por cento das suas reivindicações sejam satisfeitas, constatou a PANA no local.
Interrogado pela PANA, Tamba Sandouno, membro do Sindicato do Centro Hospitalar Universitário (CHU) de Donka, indicou que os grevistas exigem, entre outros, a garantia da sua assistência e a adopção dum estatuto especial para o pessoal da saúde.
Eles denunciam igualmente as "más condições de trabalho", considerando que os equipamentos são obsoletos em todos os hospitais.
Reclamam ainda pelo aumento do prémio de distância, das despesas de instalação para os novos contratados, das pensões mensais de reforma e pela promoção na escala salarial com efeitos retroactivos para o pessoal médico.

11 Agosto 2008 17:10:00


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