Fundação angolana financia construção de centro musical em São Tomé e Príncipe

São Tomé, São Tomé e Príncipe (PANA) - A fundação angolana Sindika Dokolo vai construir um centro de produção internacional de música na cidade de Angolares, na zona sul de São Tomé, para ajudar os grupos culturais desta zona mais pobre do arquipélago, soube-se de fonte segura sexta-feira na capital santomense.

Segundo o presidente da Associação da Bienal de São Tomé e Príncipe, João Carlos Silva, o projeto vai permitir eliminar algumas bolsas da pobreza existentes na cidade a sul da ilha de São Tomé, onde vivem cerca de 6 mil pessoas.

João Carlos Silva anunciou de igual modo que a parceria existente entre a Cacau (Casa das Artes Ambiente e Utopia) e a Fundação Sindika Dokolo “é ambiciosa”.

O artista angolano Fernando Alvim e João Carlos Silva, que falavam em direto no programa linha direta da televisão santomense, adiantaram que um primeiro passo foi dado com a gravação de "bulauê bulauê Yan Kosso", uma manifestação cultural, com ritmos de dança ancestrais.

Fernando Alvim não revelou, no entanto, o valor da construção do centro de produção internacional de música de São Tomé.

O artista angolano, que se faz acompanhar da arquiteta Marita da Silva e do jornalista Mário Silva, um dos curadores da trienal de Luanda, indicou que o Banco Equador, de capital angolano, em São Tomé e alguns empresários vão financiar os grupos culturais de Angolares.

-0- PANA RMG/TON 19Junho2013

19 Julho 2013 18:29:59


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