Argel- Argélia (PANA) -- O Fundo Monetário Internacional (FMI) congratulou-se com a situação económica argelina durante o primeiro semestre de 2002, elogiando os responsáveis deste país pelo domínio dos mecanismos de gestão económica.
Apesar de uma conjuntura pouco favorável, resultante da baixa de rendimento da indústria e das receitas petrolíferas, a economia do país manteve-se graças a uma melhor execução nos sectores não não-pretolíferos, segundo um relatório da instituição de Bretton Woods divulgado em Argel.
O crescimento global do Produto Interno Bruto (PIB), na ordem de 2,1 por cento, foi marginalmente inferior ao de 2000, não obstante um crescimento do sector não-perolífero que foi na ordem dos 4,5 por cento.
Todavia, o FMI realça evoluções desiguais dos "diferentes sectores", e considera que o declínio do sector agrícola deve-se essencialmente às condições climáticas.
Quanto às reformas estruturais, o FMI notou um progresso em termos de estruturação económica, liberalização e privatisação.
Os peritos do FMI desejam que as autoridades argelinas prossigam com a estabilidade macro-económica conseguida nestes últimos anos e que vão mais longe na liberalização do sector do comércio e na reforma do sistema bancário.
O FMI saudou finalmente a implementação dos mecanismos de luta contra o branqueamento do dinheiro e o financiamento do terrorismo.