Cientista nigeriano concorre a Prémio Nobel de Física

Nova Iorque- Estados Unidos (PANA) -- Nas vésperas da selecção, no próximo mês, do vencedor deste ano do Prémio Nobel de Física, os líderes e intelectuais africanos auguram que o cientista nigeriano Gabriel Oyibo receba a honra nunca concedida a um "cérebro" do continente.
Professor de Física Matemática na Universidade de Bridgeport, Connecticut (Estados Unidos), Oyibo tornou-se numa figura internacional durante as suas nomeações em 2002 e 2003 para os Prémio Nobel de Matemática e Física, depois das suas teorias de Física recém-descobertas terem sido consideradas como superiores às do vencedor de 1983, Chadrasekhar, e iguais ao do vitorioso de 1979, Abdu Salam.
Os seus dois trabalhos - "O Grande Teorema Unificado: Representação da Teoria do Campo Unificado ou da Teoria do Tudo" e "O Grande Teorema Unificado: Descoberta da Teoria do Tudo e o Bloco de Construção Fundamental da Teoria de Quantum" - foram objectos de análise na Europa e nas Américas.
Oyibo, que foi nomeado pela terceira vez este ano para o Prémio Nobel de Física, descobriu o Grande Teorema Unificado de Deus Todo-Poderoso (GAGUT), estudou as partículas atómicas também conhecidas como elementos da energia e reduziu os 118 elementos em apenas um.
Esta é uma partida da crença em Albert Einstein, cuja ciência de base de 118 elementos dominou o mundo durante cerca de um século.
Apesar de Oyibo ter atraído a atenção da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e da Comissão das Universidade Nigerianas (NUC), os seus trabalhos ainda não mereceram a aceitação global, sobretudo porque a descoberta tende a reescrever os currículos da ciência no mundo.
Um governante nigeriano apelou recentemente os chefes de Estado africanos a criarem um prémio internacional com um valor financeiro superior ao Prémio Nobel, do qual o cientista nigeriano Gabriel Oyibo seria o primeiro vencedor.
"Este prémio vai cuidar da aparente discriminação política na entrega do prestigiado Prémio Nobel", disse o comissário para as Utilidades Públicas do Estado de Ebonyi (este da Nigéria), Anthony Agbo, numa carta-aberta enviada ao Presidente Olusegun Obasanjo.
Cerca de um mês depois de Oyibo ter solicitado apoio dos países africanos para o ajudarem a transformar a sua descoberta em desenvolvimento, o governo nigeriano convidou-o a liderar uma nova iniciativa - o Programa de Peritos e Académicos Nigerianos na Diáspora.
O centro do seu trabalho é a descoberta de que, ao contrário da noção anterior de que existiam 118 elementos na ciência, existe apenas um elemento e o GAGUT ou a Teoria do Tudo poderia ajudar no desenvolvimento de África ou doutras partes do mundo.
"O que fizemos através do GAGUT trouxe os africanos à sua liderança histórica do mundo, no sentido de que o nosso povo descobriu e ensinou o mundo no passado", disse Oyibo, adiantando que a sua descoberta poderia preparar África a criar a sua própria infra-estrutura nos sectores da saúde, indústria automóvel, aeronáutica, informática, estradas e abastecimento de água.
O cientista nigeriano disse que o seu Instituto de Tecnologia Ofappit iria realizar entre 25 e 29 de Outubro um seminário para explicar os benefícios da descoberta aos estudantes, professores e responsáveis educativos.

14 Setembro 2004 12:44:00


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