Chineses investigam no Quénia sobre rastos de origem de homem moderno na África Oriental

Pequin, China (PANA) - Uma equipa arqueológica chinesa deixou a China domingo com destino ao Quénia, para investigar, durante dois meses sobre rastos da origem do homem moderno na África Oriental, anunciou segunda-feira num comunicado a Academia Chinesa para as Ciências.

A equipa vai trabalhar com o Museu Nacional de Quénia para investigar sobre uma zona de 200 metros quadrados num sítio descoberto em 2016, a 300 quilómetros de Nairobi, a capital do país, precisa o comunicado.

A África Oriental é universalmente conhecida como sendo o berço da humanidade tornando-se assim numa plataforma importante para estudos da evolução do ser humano, desde os anos 1950.

A equipa é composta por peritos do Instituto do Património Cultural e da Arqueologia da província do Henan, da Universidade de Shandong, do Instituto de Paleontologia dos vertebrados e de paleantropologia dependentes todos da Academia das Ciências da China.

Durante pesquisas preliminares levadas a cabo no síte do Quénia em abril e maio de 2017, foram recolhidos 40 instrumentos em ossos, que remontam a Sangoen, cultura paleolítica há 200 e 300 mil anos.

-0- PANA AT/IN/JSG/MAR/DD 02out2017

02 octobre 2017 13:33:53


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