Agripalma rejeita acusações de desflorestação em São Tomé e Príncipe

São Tomé, São Tomé e Príncipe (PANA) - A Agripalma, empresa de capital belga, desmentiu as acusações da sociedade civil santomense de estar a matar espécies de plantas ameaçadas de extinção no Parque Natural Obo de São Tomé, no quadro do seu projeto de plantação de dendém para a produção de óleo de palma na zona sul do arquipélago.

"Com os trabalhos de desmatação para a plantação do palmeiral, a Agripalma não entrou na área do Parque Natural Obô de São Tomé, criada em 2006", retorquiu a empresa num comunicado em que refuta acusações de estar a violar as leis santomenses de preservação ambiental.

No documento, a Agriplama promete continuar as ações que está a desenvolver no quadro do seu projeto na zona sul de São Tomé, em cumprimento do cronograma previsto no seu estudo de viabilidade.

A empresa conta com o apoio de uma sociedade belga que faz parte de um grupo que gere milhares de hectares de palmeirais em África e na Ásia.

Ela dispõe de cinco mil hectares de terra no quadro do contrato assinado com o Estado santomense, em 2009.

-0- PANA RMG/IZ 21junho2013

21 Junho 2013 13:21:02


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