Cotonou, Benin (PANA) – O Sindicato das Alfândegas do Benin (SYDOB) apelou aos seus membros para observar uma greve de 72 horas, a partir da próxima terça-feira, para protestar contra uma proposta de lei sobre as regras gerais aplicáveis ao pessoal militar, das forças de segurança e afins, anuncia um comunicado divulgado esta sexta-feira em Cotonou.
« Esta proposta de lei visa, de forma discriminatória, os agentes das Alfândegas para ajustes de contas e com o único objetivo de suprimir-lhes o direito de greve juridicamente consagrado pela lei do estatuto geral dos agentes permanentes do Estado e pelo decreto sobre o estatuto particular do pessoal da Administração das Alfândegas », afirma o SYDOB.
« O direito à greve não deveria ser proibido ao pessoal da Administração das Alfândegas na ausência duma lei que modifica o seu estatuto atual », acrescenta o sindicato.
O SYDOB exige a « transmissão sem modificação » para a Assembleia Nacional, para adoção, do anteprojeto de lei sobre o estatuto especial do pessoal da Administração das Alfândegas e direitos indiretos que já requereram o parecer motivado do Supremo Tribunal desde 2006.
-0- PANA IT/AAS/FK/IZ 23set2011