Advogadas congolesas exigem medidas coercitivas contra abusos sexuais

Kinshasa- RD Congo (PANA) -- A Associação das Advogadas do Congo (AFEAC) exigiu sexta-feira das autoridades nacionaias a tomada de medidas coercitivas em matéria de violação sexual e o encerramento dos centros de saúde não conformes às normas geralmente aceites.
Numa série de recomendações saídas dum seminário sobre o reforço das capacidades das animadoras das "clínicas jurídicas" da República Democrática do Congo, as advocadas congolesas convidaram assim o Parlamento congolês a elaborar leis sobre a saúde reprodutiva.
"Congratulamo-nos com a realização dos nossos objectivos imediatos.
Quanto ao resto do trabalho, esperamos pela implicação de todos, porque a dignidade da mulher congolesa é um assunto que concerne a todos", declarou a presidente da AFEAC, Clarisse Mbelu.
O encontro foi organizado pela AFEAC em colaboração com a sessão congolesa da Rede das Mulheres Africanas Ministras e Parlamentares e com o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP).

19 Dezembro 2008 18:21:00


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